Sílvio Torquato defende que gestão da petista tomou decisões importantes para desenvolvimento econômico do RN; ele acredita que ICMS mais baixo não torna RN mais atraente para atrair investidores
Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (Fecomércio/RN) apresentou estudo que defendia que o aumento da alíquota de 18% para 20% fez com que o comércio entrasse em queda. Para José Álvares, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do RN (Faern), o estado se tornará mais competitivo com o ICMS a 18%.
Torquato, no entanto, vê esta mudança por um outro prisma. “Não vejo essa diferença, até porque quando reclamavam era que a Paraíba fazia isso, que o Ceará fazia isso. Hoje tem, o Rio Grande do Norte está com 18%. Mas isso não vai ser um ponto de atração de investimento. Eu não vejo dessa maneira. Eu vejo, por exemplo, os benefícios que nós teremos, como o Proedi, regimes especiais, que estão aí já postos e que continuam a ser. Quanto à alíquota independe”, analisa.
Segundo ele, o governo deve continuar na mesma linha, em busca de atrair mais empresas ao estado. “Atraindo o máximo de empresas possíveis, tornando o Rio Grande do Norte um bom ambiente de negócios. E, com isso, continuar a luta de atração de investimentos e de geração de emprego para fortalecer a economia do Estado”, finalizou.
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